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TRINTA ANOS DA CONSTITUIÇÃO CIDADÃ

05 de Outubro de 2018 Artigos

Os brasileiros acompanharam, com grande atenção e muita expectativa, os quase dois anos de trabalho do Congresso Constituinte de 87 e 88.

Os parlamentares, representando os estados e a sociedade, debruçaram-se ao profundo debate do que deveria fazer parte da Carta Magna do Brasil. Todos propugnavam por um diploma constitucional que fosse capaz de mudar para melhor a vida dos brasileiros. Chegou-se a pensar que da Constituição partisse a solução para que o país resolvesse as graves dificuldades que enfrentava, sobretudo na área econômica. Contudo, nossa Constituição assegurou consolidar o Estado Democrático de Direito - aspiração da totalidade da população brasileira - pois a solução da crise econômica está atrelada a outros aspectos e condições.

Ao longo destes trinta anos de existência, o Congresso Nacional aprovou uma centena de emendas constitucionais acrescentando ao texto inicial alterações e/ou inserindo novos entendimentos considerados pelos representantes da sociedade como oportunos ou imperiosamente necessários de serem tratados em nível constitucional.

A Constitucional assegurou um conjunto de direitos e deveres próprios de uma nação que deseja viver em regime e sistema de Justiça Social. Este foi o ideal extraído do espirito majoritariamente constatado entre os congressistas constituintes. Contudo, para que se possa assegurar tudo o que está previsto na Carta Magna Brasileira há que se voltar a crescer de forma sustentável e por longo tempo.

O Brasil perdeu uma oportunidade de ouro no início deste milênio, quando deveria ter dado continuidade nas reformas estruturantes para criar as condições de se consolidar como nação economicamente estável, oferecendo oportunidades de emprego e renda a todos.

De todo o modo, devemos louvar a democracia vivenciada nestes trinta anos da atual Constituição, e augurar que possa o Brasil vencer os desafios que vive hoje, elegendo no dia 07 ou 28 de outubro um presidente que à luz da Constituição Federal do Brasil tome para si a responsabilidade de ser um pacificador da Nação, unindo os brasileiros, que execre os que procuram dividir os cidadãos, que reprove que preguem a desunião, e que seja humilde para dar ouvidos a todos, independente de seu viés político ou social.

O Brasil e os brasileiros orgulham-se da sua Constituição Federal. Todos devem segui-la e respeitá-la